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Bully Hunters, ou "caçadores de Bullies" em português, surgiu em meados de abril como uma campanha online anti-assédio. Lançada por uma agência de marketing norte-americana, a FCB Chicago, com o apoio da marca de periféricos Steelseries aquilo que prometia ser uma forma de combater o assédio online, especialmente a raparigas, no jogo CSGO rapidamente culminou num fracaço e acabou por ser fechado.
O projeto foi apresentado como "um conjunto de jogadoras de elite" e, por mais que parecesse uma boa causa, desde o início que apresentou diversos problemas, desde o planeamento e forma de funcionamento até às próprias pessoas escolhidas para representar o projeto. Aquilo a que inicialmente até se podia ter dado o benefício da dúvida acabou menos de 3 dias depois.

A ideia original do "Bully Hunters" era a seguinte:
Pois está claro que isto tem diversos problemas. A começar pelo facto de que apenas funciona em servidores comunitários/casuais, que não estejam cheios. Já para não falar que o mais provável é que não resolvesse nada ou, pelo menos, não fizesse mais do que o botão de "bloquear comunicações".
O problema principal começou quando na primeira livestream de apresentação do projeto foi reportado que todas as imagens que la passaram não eram mais do que situações pre-planeadas. Algumas pessoas conhecidas do meio dos esports manifestaram-se contra a forma como o projeto foi executado, tendo inclusive feitos algumas piadas sobre o mesmo.
A própria Steelseries viu-se obrigada a esclarecer toda a situação e a distanciar-se da campanha depois de inicialmente se ter pensado que o projeto tinha sido totalmente realizado pela marca de periféricos.
3 dias depois o projeto estava fechado, tendo o CCO da agência de marketing FCB Chicago dito ao site Polygon o seguinte:
“As this effort did not live up to our high standards, we decided to end this program, but hope the conversation it has raised around ending harassment in gaming continues,”
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