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E-Frag fecha portas; Jogadores e staff não deverão ser pagos
 

Autor: Marcelo Silva

Data: 03 setembro 2018 14:22

 
 

O CEO da E-frag anunciou hoje o encerramento da empresa que durante vários anos esteve ativa no CSGO como organizadora/produtora de eventos e também com equipas. Envolvida em poucos torneios nos últimos anos, a E-frag estava desde 2016 bastante frágil, uma vez que desde essa altura esta deve mais de 100 mil dólares a jogadores e staff.

Os problemas começaram depois do The World Championship 2016, um torneio que consistia, essencialmente, numa competição entre "seleções nacionais". O torneio contava com o apoio da Azubu e iria distribuir 100 mil dólares pelas equipas participantes, no entanto, pouco depois do fim do mesmo começaram a haver problemas na Azubu, que supostamente seria a responsável por pagar todo o TWC. Rapidamente a Azubu entrou em incumprimento de contrato com diversas organizações que patrocinava, entre as quais algumas portuguesas e a E-frag. Pouco depois a Azubu e os seus investidores declaram falência e acabaram por se juntar à Hitbox na criação de uma nova plataforma de streaming, o "smashcast".

Com toda a situação por resolver, e com a Azubu a ter declarado falência, a E-frag não conseguiu manter os seus compromissos e ficou sem pagar os prémios e a staff do TWC. Meitdo no meio de uma situação que já se arrasta há quase dois anos, e na qual poucas organizações viram o dinheiro que a Azubu devia "recuperado", o CEO da E-frag viu os seus colegas "abandonarem o barco" depois do último torneio produzido por estes, a ESG Tour Mykonos 2017.

Sem solução para esta situação, o CEO da E-frag anunciou hoje que a empresa fechou portas.

 

 

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